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Atonia uterina

Fone 43 3325 5103

HEMORRAGIA UTERINA PÓS-PARTO  siga o link abaixo

http://medsv1.einstein.br/diretrizes/ginecologia/hemorragia_uterina_pos_parto.pdf

http://www.obstetriciazugaib.com.br/down/cap_25.pdf

Artemisia absinthium L. - LOSNA

Descrição: Descrição: https://plantamania.files.wordpress.com/2010/05/losna2.jpg?w=300&h=224

Nome científico: Artemisia absinthium L.

Família: Asteraceae.

Sinônimos botânicos: não encontrados.

Outros nomes populares: absinto, absinto-comum, absinto-grande, absinto-maior, absíntio, absíntio-comum, acinto, acintro, aluína, alvina, amargosa, artemísia, citronela-maior, erva-dos-bichos, erva-dos-cem-gostos, erva-dos-velhos, erva-santa, erva-dos-vermes, flor-de-diana, gotas-amargas, grande-absíntio, grande-absinto, losma, losna-branca, losna-de-dioscórides, losna-maior, sintro, vermute; vermut (alemão); ajenjo (espanhol); absinto (esperanto); absinthe (francês); wormwood (inglês); assènzio (italiano); absíntio (português de Portugal).



Constituintes químicos: ácidos orgânicos (málico, succícnico, tânico, palmítico, nicotínico, tuiônico, isovaleriânico); fitosterol, quebrachital, substâncias carotenóides, flavonóides; lactonas sesquirtepênicas (anabsintina, absintina); óleo essencial (tuiona (32,4% a 34,6%), tuiol, camazuleno, felandreno e borneol (30%)); princípios amargos: absintina (mistura de artamarina, artamarinina e artamaridinina), anabsintina, artabsina e santonina; proazuleno, carotenos, pectina e mucilagens; resina, ceras, vitamina B6 e C;

Propriedades medicinais: abortiva, afrodisíaca, amargo, antidiabética, antidiarréica, antidisentérica, antiemética, antiespasmódico, antifebril, antigripal, anti-helmíntica, anti-hidrópica, anti-histérica, anti-séptica, aperiente, antipirética, colagogo, digestiva, emenagoga, estimulante, estomacal, eupéptica, febrífuga, fortificante, hepática, psicoestimulante, repelente de piolho, tônica, vermífuga.

Indicações: afecção uterina, anemia, anorexia, ativar a circulação, atonia digestiva, atonia uterina, azia, bexiga, catarros, circulação, cólicas intestinais, cólicas menstruais, convalescença, coriza, diabete, diarréia, dismenorréia, distúrbios digestivos e hepáticos, dispepsias, enfermidades nervosas, envenenamento, escrófulas, espasmo histérico, estimular o apetite, estômago (perturbações gástricas diversas); estimular a secreção dos sucos gástricos, biliares e pancreáticos; febre, flores brancas, fígado, gases, gripe, hidropisia, histerismo, inapetências, indigestão; limpar e regularizar o funcionamento do estômago, fígado, rins, bexiga e pulmões; nevralgias, mau hálito, menstruação difícil e dolorosa, meteorismo, nervosismo, obesidade, prisão de ventre, proteger lãs e cobertores, regularizar o fluxo menstrual, reumatismo, rins, sinusite, tísica, tuberculose, ventosidades, vermes (lombriga e oxiúro, ascaris e amebas), vômito.

Parte utilizada: flores, folhas.

Contra-indicações/cuidados: O suco ou extrato não devem ser usados, pois são tóxicos. A infusão elimina parte da toxidez. Não deve ser usado por quem estiver fazendo tratamento radioterápico, gestantes, lactantes, indivíduos de temperamento bilioso ou sangüíneo, nas irritações gástricas e intestinais e nas propensões à congestão cerebral. O óleo essencial, sobretudo a tujona, é tóxico. As bebidas alcoólicas à base da planta são consideradas nocivas à saúde. Usar somente na dose recomendada e durante o tempo de tratamento especificado. Em altas doses deve ser evitado devido aos efeitos tóxicos que pode desenvolver.
O consumo prolongado de bebidas à base de absinto, provoca habituação que se manifesta por cãibras, perdas de conhecimento e mesmo perturbações nervosas irreparáveis e destruição dos glóbulos vermelhos. Doses excessivas podem causar alucinações, aborto, convulsões, pertubações da consciência (absintismo: degeneração irreversível do sistema nervoso central). Torna amargo o leite das mulheres que amamentam.

Modo de usar:
- infusão de uma ou duas colheres de café de caules cortados por chávena de água, três vezes por dia;
- infusão de 20 g de folhas ou flores em 1 litro de água fervente por 10 minutos. Tomar 1 colher de sopa de hora em hora ou tomar 2 xícaras ao dia, antes ou após as refeições principais;
- infusão de 5 a 15 g de folhas ou flores por litro de água. Tomar uma xícara antes das refeições principais: estimulante do apetite;
- decocção para gargarejos e compressas sobre as contusões;
- tintura: misturar 2 xícaras das de café de álcool de cereais com 1 xícara de água e 1 punhado da erva picada. Deixar em maceração por 7 dias, coar e guardar em vidro escuro ou protegido por papel alumínio. Tomar 1 colher das de café diluída emágua, por dia ou 20 a 40 gotas ou 1 a 4 ml, 2 a 3 vezes ao dia antes ou após as refeições (efeito digestivo e para transtornos biliares). Também pode ser aplicada topicamente em articulações inflamadas;
- vinho: macerar 20 g de folhas ou flores secas em 1 litro de vinho tinto e 2 cálices de aguardente, por 10 dias. Filtrar. Tomar 1 cálice após as refeições;
- pó: um grama em uma xícara de água, três vezes por dia, antes das refeições;
- extrato seco: 200 m g /dose, 2 a 3 vezes ao dia, antes das refeições;
- xarope de um punhado de folhas e flores picadas em 1 xícara das de cafezinho de água fervente. Abafar, coar, adicionar 1 xícara de mel e homogeneizar. Adultos: uma colher das de sopa 3 vezes ao dia; crianças: 1 colher das de chá 3 vezes ao dia;
- cataplasma: aplicar a folha quente sobre locais doloridos do ventre;
- massagem com folhas: friccioná-las sobre as partes afetadas (anti-reumático);
- vermífugo para cães e gatos: triturar um punhado de flores e folhas. Adicionar à ração do animal 1 colher das de chá para gatos ou 2 colheres das de chá para cães de porte médio.

Lembramos que as informações aqui contidas terão apenas finalidade informativa, não devendo ser usadas para diagnosticar, tratar ou prevenir qualquer doença, e muito menos substituir os cuidados médicos adequados.

Descrição: Descrição: http://titofarma.com.br/image/cache/data/Ervas%20Medicinais/Jarrinha%20flor-500x500.jpg

Jarrinha - Cipó Mil Homens: (Arsitolochia sp)

 

Trata-se de uma planta trepadeira típica do Brasil e registrada na Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil 1ª edição (1926), sendo a droga constituída por uma mistura de fragmentos de caules e raízes, sendo predominantemente os caules. São freqüentemente cortados em pedaços de dimensões muito variáveis, geralmente cilíndricos, outras vezes achatados. A superfície externa é constituída por um súber muito desenvolvido, mole, profundamente fendido longitudinalmente, friável, pardo-acinzentado ou pardo-amarelado no interior das fendas. A secção transversal o súber mostra camadas concêntricas, bem visíveis quando espesso. O parênquima do córtex é de cor mais escura e bastante aderente ao súber, muitas vezes descoberto, liso ou com rugas longitudinais. O lenho é mais ou menos cilíndrico, pardo-amarelado ou às vezes apresentando um amarelo intenso. Os caules assim como as raízes são desprovidas de medula. As raízes são muito semelhantes aos caules, apresentando diâmetro menor. 
Possuem cheiro pouco pronunciado ou muitas vezes inexistente, e desenvolvendo
-se ao se partir a casca, sendo semelhante a uma mistura de Aristolochia e Arruda. O sabor é amargo, acre, aromático e picante. 

Parte Utilizada: Caule e raiz.

Princípios Ativos: traços de Óleo Essencial; Ácido Aristolóquico ou Aristolino; Ácido Aristidínico; Ácido Aristínico; Aristoloquina; Taninos; Matérias Resinosas; Cimbiferina (principio amargo). 

Indicações: Esta espécie é empregada na amenorréia, na atonia uterina, em acessos histéricos, convulsões, epilepsia, estimulante do apetite, nas hidropsias, cistites, febres palustres, é antídoto contra veneno de cobra. Externamente pode ser aplicado nas afecções cutâneas, prurido do eczema seco, tratamento de úlceras, orquite, dentre outras indicações. Em Homeopatia é indicado para as dores picante em várias partes, irritação do ânus e diabete dentre as indicações.É emenagogo, estimulante, tônico, diurético e febrífugo.

Toxicidade/Contra-indicações: O ácido aristolóquico obtido da Aristolochia indica Linn., rompe a nidação em ratas quando administrado um dia de gravidez (Ganguly, T.; Pakrashi, A.; Pal, AK., 1986). 
O ácido aristolóquico contido na Aristolochia fangehi desencadeiam efeitos carcinogênicos e nefrotóxicos (Debelle, FD.; Nortier, JL.; De Prez, EG.; Garbar, CH.; Vienne, AR.; salmon, IJ.; Deschodt-Lanckman, MM., Vanherweghem, JL., 2002). 


Dosagem e Modo de Usar: 
• Infuso ou Decocto a 2,5%: de 50 a 200 cc por dia;
• Pó: de 1 a 5 gramas por dia;
• Extrato Fluido: de 1 a 5 cc por dia;
• Tintura: de 5 a 25 cc por dia;
• Xarope: de 20 a 100 cc por dia.

Atenção: Lembramos que as informações aqui contidas terão apenas finalidade informativa, não devendo ser usadas para diagnosticar, tratar ou prevenir qualquer doença, e muito menos substituir os cuidados médicos adequados.