Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: C:\Users\Ervas\Desktop\ervas e doencas\aborto_arquivos\image001.jpg

 

Voltar a pagina inicial

Colagogo (secreção biliar) 

Fone 43 3325 5103

 

Significado de Colagogo

adj. e s.m. Diz-se do ou o medicamento que provoca a secreção biliar, como o sulfato de magnésio, o óleo de oliva etc.

Definição de Colagogo

Classe gramatical: adjetivo e substantivo masculino
Separação das sílabas: co-la-go-go
Plural: colagogos

O boldo, de nome científico Peumus Boldus, é uma erva originária da América do Sul, sendo largamente encontrada em países como o Chile, o Peru, a Bolívia, etc.

Através da destilação a vapor das folhas da planta, obtém-se o óleo essencial de boldo, que possui diversas propriedades medicinais benéficas à nossa saúde. De cor verde e amarelo, com odor e sabor suave característico, o óleo essencial de boldo possui aplicação alimentícia, cosmética e farmacêutica. Os principais compostos do óleo essencial de boldo são alfa pineno, ascaridole, beta pineno, gama Terpinene, dentre outros. Antes de conhecer as propriedades e os benefícios deste óleo, é importante ressaltar que ele NÃO deve ser utilizado sem a prescrição ou supervisão de um especialista, pois é um óleo tóxico e uma dose errada pode ter consequências gravíssimas!

Descrição: Óleo essencial de boldo - Propriedades e benefícios

Foto: Reprodução

Propriedades do óleo essencial de boldo

  • Anti-inflamatório;
  • Antirreumático;
  • Antisséptico;
  • Colagogo;
  • Digestivo;
  • Diurético;
  • Vermífugo;
  • Hepática;
  • Insecticida.

Os benefícios do óleo de boldo

  • Devido à sua propriedade anti-inflamatória, o óleo essencial de boldo é um sedativo eficaz para tratar inflamações, principalmente as relacionadas com o fígado, o estômago, os intestinos e outras partes do sistema digestivo. Este óleo pode ser usado para amenizar as inflamações provocadas pelos efeitos secundários de drogas, pelo uso excessivo de álcool, alimentos fortes e picantes ou qualquer outro elemento tóxico no corpo;
  • Pela toxicidade do óleo de boldo, ele atua como um agente antimicrobiano, eficaz com bactérias, fungos, protozoários ou vírus;
  • Devido ao seu efeito estimulante, este óleo atua como antirreumático, estimula a circulação sanguínea e alivia reumatismos e artrites;
  • Devido às suas propriedades antissépticas, o óleo essencial de boldo pode ser usado na proteção de feridas sépticas e tétano;
  • Por ser colagogo, este óleo estimula a secreção biliar do fígado, auxiliando no processo de digestão e na manutenção do equilíbrio do pH no estômago, além de ajudar a combater a acidez e acidose;
  • O óleo essencial de boldo traz muitos outros benefícios, tais como: protege a vesícula biliar, atua nas infecções no cólon e nos intestinos; nas infecções das vias urinárias, dentre outros.

Nome da Doença: Colagogo [ eliminação da bile] e colerética [ produção bile]:cálculos biliares *

 

 

Tratamento: Verificar as recomendações para o Fígado e Vesícula biliar. Segundo Dr. Degmar, plantas com ação colerética e colagoga concomitantemente: Alcachofra (Cynara scolimus), folhas, (cinarina, ácidos fenólicos), infuso; Alecrim (Rosmarinus officinalis), planta toda, decocto, (ácido rosmarinico e fenólico); Menta (Mentha piperita), folhas e flores, infuso, óleo essência e flores; Dente-de-leão (Taraxacum officinalis), planta toda (lactupicrina, flavonóides); Boldo-do-chile (Peumus boldus), folhas, infuso, (alcalóide boldina e flavonóides.

 

 

Sintomas: Segundo Dr. Degmar, ação colerética é quando uma planta aumenta a produção de bile pelos hepatócitos; e ação colagoga é quando auxilia na sua (da bilis) eliminação pelo sistema biliar. As indicações mais freqüentes das plantas coleréticas e colagogas, são: nos cálculos biliares não impactados, colecistites leves e moderadas, hiperbilirrubinemia conjugada (por diminuição da conjugação e excreção hepática), discenesias biliares (cefaléias, dispepsias, susceptibilidades aos alimentos gordurosos e álcool, náuseas, vômitos), enxaquecas com sintomas digestivos proeminentes, condições tóxicas diversas sobre o fígado (exógena e endógena), hipercolesterolemia (principalmente a de origem exógena, por erro alimentar), constipação intestinal. As plantas com aplicação coleréticas e colagogas são contra-indicadas nas seguintes condições: obstrução do ducto biliar (por cálculos, colangite, tumor), doença hepatocelular aguda e severa (hepatite viral fulminante, cirrose em fase avançada, hepatite medicamentosa grave), colecistite séptica (riscos de peritonite), espasmos intestinais graves, câncer hepático obstrutivo. Não há embasamento suficiente para prescrição destas mesmas plantas (coleréticas) nos quadros de icterícia por hiperbilirrubinemia indireta (não conjugada), nas situações de doenças hemolíticas, síndromes de Gilbert e Cringler-Najjar. O uso de coleréticos e colagogos são mais eficazes quando usados até trinta minutos antes das refeições, podendo ter efeitos contraditórios se tomados após a dieta, e a forma farmacêutica mais efetiva seria as formas líquidas pois os princípios amargos estariam atuando já no contato com as terminações nervosas da boca e da língua. O tempo de uso deve ser restrito a 2-4 semanas, perdendo muito da efetividade após este período (exceto em algumas plantas como Alcachofra (Cynara scolimus). (NA: esta afirmativa do Dr. Degmar é absolutamente correta, contudo, em determinadas condições, as pessoas simplesmente não conseguem aceitar o paladar dos princípios amargos destas plantas quando na forma líquida, e chegam a vomita-las após a ingestão, assim apesar de alterar um pouco a qualidade da absorção, temos tido bons resultados, encapsulando os pós de plantas esterilizados, compensando esta condição negativa).

 

 

Dieta e Recomendações: Verificar recomendção de dieta para tratamento nas patologias do fígado