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Nefrose

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NEFRITE

O que é nefrite?

Nefrite (também chamada glomerulonefrite) é um termo usado para descrever enfermidades renais, nas quais a parte filtrante do rim (glomérulo) está inflamada.

Existem tipos diferentes de nefrite?

Sim. Existe a nefrite (glomerulonefrite aguda) e a nefrite crônica (glomerulonefrite crônica). No primeiro caso, há uma tendência para a melhora espontânea. E na forma crônica ocorre uma lesão progressiva dos rins. Sinais da doença podem ser a presença de proteína e sangue na urina e habitualmente uma elevação da pressão arterial. No Brasil, a nefrite crônica é a causa mais comum da insuficiência crônica dos rins, causando uma enfermidade terminal nestes órgãos, a qual habitualmente termina em diálise.

O que é síndrome nefrótica (nefrose)?

A síndrome nefrótica, também chamada de nefrose, é um termo usado para descrever uma condição na qual existe grande perda de proteína na urina, habitualmente em associação com níveis reduzidos de proteína no sangue. Além disso, há um aumento da concentração de colesterol no sangue e retenção de líquidos (edema). Pode ser secundária a uma doença primária dos rins ou uma complicação de uma enfermidade sistêmica.

Quais são os sintomas e sinais de uma nefrite aguda?

Nefrite aguda é habitualmente uma doença de crianças, mas pode ocorrer em qualquer idade. Nos homens ocorre mais freqüentemente que nas mulheres. Mais ou menos 10 dias após o início de uma infecção de garganta ou de pele, o paciente freqüentemente notará uma diminuição da quantidade de urina que muda de cor se tornando no tom coca-cola ou chá forte. Pode haver uma sensação de queimação ao urinar. Há retenção de líquido que tipicamente envolve a face, as pálpebras e mãos. Isto é melhor, percebido pela manhã, ao se levantar. Falta de ar e tosse podem ocorrer devido a congestão de líquido nos pulmões. Um aumento da pressão arterial também é comum.

Existem várias outras doenças sistêmicas e hereditárias que podem produzir sintomas similares a uma nefrite aguda. Um exemplo é o Lupus Eritematoso. Também outras doenças renais de causas desconhecidas podem produzir sintomas similares e estas são chamadas de glomerulonefrite membranoproliferativo, nefropatia por IgA, etc.

Qual é a causa da nefrite aguda?

Os pacientes com nefrite aguda freqüentemente têm evidência de uma infecção recente. E a mais comum é uma infecção por estreptococo da garganta ou da pele. Existem, no entanto, outras bactérias e infecções virais que podem estar associadas a uma nefrite aguda.

Quais são os sintomas e sinais de uma nefrite crônica?

A maior parte das doenças que causa nefrite crônica tem uma evolução longa. Habitualmente há períodos sem nenhum sintoma. Durante esse tempo, no entanto, há uma lesão progressiva dos rins. Nas fases iniciais freqüentemente são detectadas apenas anormalidades no exame de urina (por exemplo, sangue na urina, proteína na urina). Hipertensão arterial pode ser detectada especialmente quando já existe uma diminuição da função renal. Com a progressão da doença existe inchaço das pernas (edema) e pressão alta persistente. Hipertensão arterial (pressão alta) é freqüentemente difícil de ser tratada. Sinais de insuficiência renal crônica (uremia) são notados quando existe uma perda importante da função renal. Estes sinais são:

1.     perda de apetite;

2.     náuseas e vômitos;

3.     fadiga extrema, mesmo após uma noite bem dormida e perda importante da energia;

4.     dificuldade em dormir;

5.     prurido e pele seca;

6.     câimbras, especialmente à noite.

Quais são as causas de nefrite crônica?

Existem várias causas, mas ocasionalmente uma nefrite aguda pode ter uma fase silenciosa depois do quadro agudo e aparecer muitos anos mais tarde como um problema crônico. Muitas causas da síndrome nefrótica (nefrose) algumas vezes causam lesões do rim, típicas de uma nefrite crônica, particularmente quando a nefrose não responder ao tratamento.

Como é feito o diagnóstico de nefrite?

Os sinais e sintomas mencionados são as primeiras pistas para o diagnóstico. Na nefrite aguda, exames de sangue podem indicar uma infecção estreptocócica recente. Outras formas desta enfermidade são detectadas através de exames de sangue especiais, revelando o tipo de lesão que ocorre no rim, sem, contudo, indicar a sua causa exata. Além disso, culturas da garganta, da pele ou de outras áreas de infecção local identificam a bactéria responsável pelo problema. O exame de urina pode mostrar a presença de sangue, proteínas e outros elementos. Outros exames de sangue que indicam inflamações nos rins podem mostrar quanto da função renal foi perdida.

Freqüentemente é necessário se fazer uma biópsia do rim (remover, sob anestesia local, um pequeno pedaço do tecido renal através de uma agulha especial), para estabelecer o diagnóstico exato e determinar a evolução do paciente, a curto e longo prazo. Algumas vezes este procedimento também é necessário para que o médico planeje o melhor tratamento possível.

A nefrite pode ser prevenida?

Não é possível se prevenir uma nefrite aguda, exceto através de uma boa higiene de pele. Mantendo-se a pele limpa, diminuem-se as chances de se adquirir uma infecção mais séria. Não existe nenhum bom método de se evitar uma infecção da garganta. Como a nefrite crônica representa uma variedade enorme de enfermidades, não há como se prevenir o aparecimento da doença.

Que tratamento existe para a nefrose (síndrome nefrótica)?

Em alguns casos de síndrome nefrótica, o tratamento com medicamentos como a cortisona reduzirá significativamente a quantidade de proteína perdida na urina. Em outras formas a cortisona não parece ser útil. Nesses casos, o tratamento consistirá no uso de diuréticos para controlar o inchaço e a pressão alta.

Que tratamento existe para a nefrite?

Não existe um tratamento específico para a nefrite aguda. A doença estará habitualmente sanada em três a doze meses depois do início. Tanto na aguda como na crônica, é muito importante controlar a elevação da pressão arterial, pois o seu descontrole pode levar a uma perda rápida da função do rim. Diuréticos são freqüentemente utilizados para controlar o excesso de retenção de líquidos.

Na nefrite crônica, cortisona e outras drogas têm sido utilizadas, embora este tratamento na maioria das vezes não seja bem sucedido. Quase sempre a restrição de proteína, sal e potássio na dieta são partes importantes na dieta prescrita. Uma supervisão do médico é necessária para que se possa tratar as complicações da enfermidade renal crônica.

A Fundação Pró-Renal está à sua disposição para fornecer informações adicionais sobre os diferentes tipos de tratamento para as pessoas cujos rins apresentam alguma enfermidade ou algum grau de insuficiência e poderá indicar os programas disponíveis na sua comunidade.

Dr. M.C. Riella
Médico Nefrologista - CRM 2370 P

Nome Popular: Cavalinha

Outros nomes: cola-de-cavalo, erva-canudo, lixa-vegetal, milho-de-cobra, rabo-de-cavalo, rabo-de-rato, cavalinha-do-campo, pinheirinha, equiseto-dos-campos, erva-carnuda, rabo-de-asno, rabo-de-touro.

Nome Científico: Equisetum arvense L.

Família:

Nomes Botânicos: Equisetum boreale Bong., Equisetum calderi B. Boivin, Equisetum saxicola Suksd.

Nome Farmacêutico: Herba Equiseti

Partes Usadas: raiz e partes aéreas.

Sabor: amargo, neutro, adstringente, dispersante e fria.

Constituintes Químicos: silício, taninos, saponinas (equisetonina), flavonóides (isoquercetina, equisetrina e canferol), alcalóides (nicotina, palustrina e outros), vitamina C e minerais (Ca, Mg, Na, F, Mn, S, P, Cl, K, etc.).

Propriedades Medicinais: diurético, hemostático; remineralizante; depurativo; sudorífico; antiinflamatório; analgésico; cicatrizante externo; antibiótico; sebostático; hipoglicemiante; hemostático; antiblenorrágico; adstringente; anódino; carminativo; diaforético; antibacteriano; aquarético; refrescante; emenagogo; hemolítico; imunoestimulante; leucocitogênico; nefrotônico; tônico; vulnerário.

Indicações (Uso Interno): atua no trato urinário e sistema reprodutor masculino; incontinência em crianças; remove resíduos do corpo; artrites, artroses; diabetes; gripes; faringites; hipotensão; hemorragia uterina; obesidade; edemas; úlceras estomacais, ácido úrico; blenorragia; bócio; gota; afecções dos brônquios e dos pulmões; herpes; tônico nervoso; estresse; tuberculose pulmonar e renal; unhas quebradiças; úlcera; olhos irritados; exaustão; flacidez da pele e dos músculos; desintoxicação do sangue, cálculos biliares e renais; tísica; osteoporose; inflamação do fígado e dos intestinos; problemas de memória; hemorragia nasal e hemorroidal; afecções do ouvido e da garganta; hidropsia; depurativa do sangue e das vias urinárias; enurese noturna; prostatismo; anemia; vômito sanguinolento; feridas necrosadas; úlceras cancerosas; osteomielite; elimina cãibras; hidromiocardia; prurido e erupções cutâneas, orquite, esporão do calcanhar, fístulas, hiperidrose dos pés; arteriosclerose; estomatite ulcerosa; tumores malignos; pólipos do baixo-ventre e do esfíncter; bursite; cólica estomacal, congestão do fígado; dores intervertebrais e vertebrais; acessos de raiva e manias; distúrbios geniturinários e respiratórios; suplemento remineralizante; beneficia a bexiga, o estômago, o baço, o pâncreas, a tireóide, os rins, o fígado e o apêndice; aceleração da recuperação de ossos fraturados; auxilia a coagulação do sangue; síndrome de olhos vermelhos; patologias dos órgãos dos sentidos; metrorragia; afecções pulmonares; febre puerperal; inflamação dos dutos lacrimais; flatulência; hemoptises; epistaxe; hemorragias em geral; hematúria; gripe; disenteria; afecções da próstata; pterígio; oligúria; urolitíase; hiperuricemia; osteoporose; dores nos ossos; incontinência urinária noturna; alivia fadiga; benéfica para a pele; alopecia; câncer de ossos, abdômen, mama, intestino, rim, cólon, lábios, oral, fígado, estômago, língua; partos; colecistite; cistite; dentição; disúria; dispepsia e acidez estomacal (cinzas da erva); gastrite; gonorréia; doenças do sangue; dores de cabeça; imunodepressão; micobacteria; nefrose; osteoartrose; intoxicação por hera venenosa; pólipos em geral; mau desenvolvimento dos ossos; cabelo fraco; prostatite; rupturas; infecções por estafilococcus e estreptococcus; estrangúria; retenção de líquidos; reparação de tecidos; unhas quebradiças; raquitismo; anemia; descalcificação dentária; inflamação uterina; inchaço pré-menstrual; adenoma da próstata; corrige e mantém o equilíbrio do cálcio no organismo; albuminúria; aerofagia.

Indicações (Uso Externo): eczemas e acnes; caspa; leucorréia branca; lúpus e sicose; inflamação ou supuração da pélvis renal (banho de assento); pólipos do palato e da garganta (gargarejos e bochechos); olhos irritados; conjuntivite (em compressas); afecções do ouvido e da garganta; olheiras; tônico capilar; espinhas; evita estrias; pé-de-atleta; aftas; inflamação dos dutos lacrimais; hiperidrose plantar; unhas quebradiças; alopecia; queimaduras; dermatose; frieiras; machucados; torções; contusões; reparação de tecidos; pele oleosa; poros dilatados.

Indicações Pediátricas: não é recomendado o uso em crianças.

Utilizações na MTC: nome chinês: Mo Ja Chao e Mu Zei. Para vazio do yin do Fígado; vazio do Qi do BP; vazio do Yin do Rim; mucosidades e umidade-calor da Bexiga, do Intestino Delgado e do Intestino Grosso; mucosidades e umidade-frio do Jiao Inferior; estagnação do Qi do Rim; vazio do Qi do Rim. Elimina fogo no corpo, no fígado e na vesícula. Elimina toxinas do sangue. Dispersa vento-calor e vento-calor do canal do Fígado que se manifesta como olhos vermelhos, lacrimejação excessiva, visão borrada e opacidade da córnea. Na MTC é utilizada em conjunto com Chantui (pele de cigarra), Gujingcao (Eurocalion), Xiakucao (espigas de feno), Baijili (fruto do cardo). Para parar fluxo de sangue hemorroidal é utilizada em conjunto com Huangqi (raiz de escutelária) e Diyu (raiz de pimpinela mayor).

Classificação da Erva na MTC: Categoria 5 – Ervas para reduzir umidade do corpo • Categoria 19 – Ervas para úlceras e tumores.

Elemento predominante na MTC: Madeira

Atuação nos Canais: F, VB, R, B, IG e P.

Ayurveda (Ação nos doshas): nome ayurvédico: Ashwa-puchha. Reduz Pitta e Kapha e aumenta Vata. Deve ser consumida com cuidado, pois aumenta Vata gerando constipação e pele seca. Atua nos tecidos (dhatus) sangüíneo, plasmático, adiposo e ósseo. Tem ação sobre o sistema respiratório e urinário. Excelente erva para acalmar o Pitta agravado. Têm propriedades similares as sementes de Bardana. Clareia Pitta e as emoções ardentes dos nervos e da mente.

Rasa: doce e amargo.

Virya: fria.

Vipaka: picante.

Informações em outros sistemas de saúde: corredores da tribo Crow (E.U.A) colocam os brotos novos em seus mocassins para prevenir cãibras nas pernas. Os antigos indígenas Crow utilizavam a cavalinha para ajudar as pessoas a respirar melhor e estabilizar a pressão sangüínea. Demais tribos indígenas da América do Norte utilizavam a planta para parar hemorragias e acelerar a recuperação de contusões e fraturas.

Aromaterapia: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Floral:não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Homeopatia: utilizada em homeopatia para tratamento de dor profunda na região renal, principalmente à direita; violenta necessidade de urinar; grande sensibilidade na região vesical; sensação de peso não melhorada pela micção; necessidade imperiosa de urinar com micções freqüentes e abundantes; incontinência urinária diurna e noturna em crianças; urina na cama; cistite; cólicas nefríticas e tuberculose vesical nas doses T.M a 3ª.

Contra-indicações: pode causar náuseas e dermatite de contato em pessoas sensíveis; em doses elevadas é tóxica; não usar na gravidez; evitar em úlcera duodenal e gástrica; no refluxo esofágico, colite ulcerosa; colite espasmódica, diverticulite e diverticulose. Não deve ser usada em casos de irritação urinária. Evitar consumo após as 17 horas. Uso excessivo pode causar irritação nos rins e intestinos. Também é contra-indicada em nefrose e cardiopatias. É prudente evitar uso na gravidez por longos períodos. Evitar utilizar em pessoas que apresentem deficiência do Qi. Pode dificultar a absorção da Vitamina B1.

Interações medicamentosas: deve-se evitar uso em conjunto com Aesculus hippocastanum (Castanha-da Índia).

Uso Veterinário: planta tóxica para os cavalos.

Doses: 3 à 6g em infusão ou decocção 1 à 2X/dia; 800 à 2.000 mg em pó/dia; 100 à 150 gotas de tintura/dia; banhos com decocto à 5%; xarope – 20 a 100ml (diurético) ao dia; compressas – utilizar 50 a 100g da planta em decocção e renovar as compressas a cada 15 minutos.

Formulações: CICATRIZANTE – creme de 2 a 5%. AFECÇÕES RENAIS E EDEMA GENERALIZADO - infusão - 10g da planta por litro de água quente. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia. FERIDAS E ÚLCERAS - 50 a 60g da planta em 1 litro de água. Usar externamente. BANHOS VAGINAIS – infusão - 20 a 30g da planta por litro de água. Fazer duas abluções diárias. REMINERALIZAÇÃO – infusão – uma parte de folhas dente-de-leão, uma parte de cavalinha, uma parte de folhas de urtiga e uma parte de palha de aveia. FEBRE PUERPERAL - Fazer duas lavagens vaginais por dia com o chá dos brotos verdes de cavalinha (20 a 30 gramas para 1 litro de água). HEMORRAGIA INTERNA – infusão - 30 a 40 gramas dos brotos verdes de cavalinha em 1 litro de água fervente. Tomar 5 xícaras por dia. OSTEOPOROSE - Deixar ferver durante meia hora 1 litro de água com um punhado de cavalinha (fogo baixo). Deixar esfriar, coar e tomar 3 xícaras diárias. FLUXO MENSTRUAL EXCESSIVO – infusão de 30 a 40 gramas dos brotos verdes de cavalinha em 1 litro de água fervente. Tomar 5 xícaras por dia.

Formulações populares: GARRAFADA PARA INFECÇÕES - 1 colher (sopa) das seguintes ervas: açoita cavalo; artemísia; camomila; cipó mil homens; calêndula; cavalinha; canela; noz-moscada ralada; hortelã; malva; semente de urucum e tansagem. Juntar todas as ervas em água e deixar ferver por 5 minutos, depois deixar descansar por 10 minutos. Coar e acrescentar 1 copo de açúcar mascavo (cristal) e ferver por mais 10 minutos. Guardar em geladeira e acrescentar o suco de 2 limões. Tomar 3 colheres (sopa) ao dia, antes das principais refeições. PROBLEMAS RENAIS - 1 xícara de cafezinho da planta imersa em 1 litro de água. Tomar 3 a 4 xícaras de chá (200ml) ao dia. OBESIDADE - tomar 1 copo em jejum e 2 copos meia hora antes das principais refeições. FUNGICIDADE NATURAL PARA PLANTAS – ramos picados da erva de molho em água por aproximadamente 20 minutos e pulverizados nas plantas. HEMORRAGIAS - pode-se usar a planta fresca amassada ou o pó da planta seca sobre o ferimento ou no nariz que sangra. REDUZIR FLACIDEZ DA PELE E DOS MÙSCULOS - utilizada após dietas de emagrecimento – infusão da raiz. REGULAR PRESSÃO ARTERIAL – infusão de cavalinha e alecrim.

Cultivo:

Planeta regente: Regente- Júpiter. Planta associada ao signo de Sagitário e benéficas a pessoas com Sol, Lua ou Ascendente neste signo (A astrologia da Mãe-Terra). Para distúrbios provenientes do trânsito de Vênus em Áries, Saturno em Leão. Outra fonte (Ervas do Sítio, Wicca, Practical Handbook of Plant Alchemy) dá como regente desta planta o planeta Saturno e associa a planta com os signos de Libra e Capricórnio.

Indicações energéticas ou mágicas: apitos feitos das hastes da cavalinha eram utilizados para chamar os espíritos.

Habitat: a planta gosta de solos arenosos e úmidos. Planta encontrada na Europa, América do Norte e na Ásia. Atualmente já está adaptada ao Brasil.

Informações clínicas e/ou científicas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Descrição botânica: planta herbácea, rizomatosa, perene, entouceirada. Caule fístuloso, ereto, sulcado finamente, áspero, verde-escuro, rígido, bainha cilíndrica e inflorescência em espiga apiculada. Alta capacidade de rebrote a partir do rizoma castanho-escuro, que se estende por vários metros no solo. Cresce cerca de 40 a 60 cm, mas sob meia-sombra o pseudo-caule alonga-se até 2m e se torna fino e suculento. As folhas são escamosas e se formam na bainha. O caule é fístuloso, ereto, grossos, carenado-sulcado, escabroso, verde-escuro, rígido. Produz dois tipos de hastes: as que formam esporângios, que são simples, sem ramo algum, com numerosas folhas nos nós, e as que começam a brotar quando os esporos estão maduros. Estas são ramificadas e não produzem esporângios.

Toxicidade: não se tem informação de efeitos adversos se utilizada nas dosagens recomendadas. O uso em excesso pode resultar em deficiência de vitamina B1 em razão das tiaminas. As inflorescências são tóxicas. Em crianças a toxicidade é similar ao envenenamento por nicotina que tiveram mascado o caule da erva.

Colaboradores: RODRIGO SILVEIRA - consultora em fitoterapia, professor e criador do ERVANARIUM • http://www.ervanarium.com.br/profissional/8/rodrigo-silveira

Observações: a melhor forma de consumo interno desta erva é através de manipulação. A planta in natura é melhor para uso externo. Deve ser acompanhada de dieta rica em Vitamina B, pois ela elimina esta vitamina. Devido ao alto teor de sílica que tem efeitos abrasivos e irritantes não é indicado consumo na forma de chá por períodos prolongados (mais de 10 dias) ou exceder 5g de pó/dia. As propriedades desta planta se devem aos seus múltiplos componentes, especialmente a sílica ­ cuja importância é fundamental na consolidação do nosso esqueleto; e a cavalinha é uma das plantas mais ricas neste componente. Era utilizada na Idade Média para clarear potes e vasilhas devido a sua ação abrasiva. Os brotos novos que emergem do rizoma podem ser consumidos como aspargos. Devido ao alto teor de sílica das células, é usado como abrasivo de madeira, vasos de cobre e metais em geral. Planta utilizada com fins cosméticos por suas propriedades nutritivas. Usada em máscaras faciais, tonificantes, loções e banhos herbais. Esta erva contém de 10 a 20% de minerais dos quais 66% são ácidos silícicos ou silicatos. Também é um popular corante da cor verde. Rica em ácido acetilsalicílico.

Fontes de pesquisa: http://www.plantamed.com.br/ • http://www.jardineiro.net/br/banco/equisetum_giganteum.php • http://praticascomplementaresasaude.blogspot.com/2011/01/virtude-da-erva-cavalinha-equisetum.html • Curso de Fitoterapia - Da planta a aplicação terapêutica - Delta Educação Continuada • A cura pela natureza - enciclopédia familiar dos remédios naturais - Jean Aikenbaum e Piotr Daszkiewicz - Editora Estampa • A taste of heritage - crow indian recipes and herbal medicine - Alma Hogan Snell - Lincoln and London • La vuelta a los vegetales - Carlos Hugo Burgstaller Chiriani - Hachette • Cultivo de plantas medicinais - conhecendo corretamente as plantas medicinais - Furlan • Plantas Medicinais - Manipulação artesanal, uso e costume popular - Angelo L. Robertina - PDF • As plantas e os planetas - Ana Bandeira de Carvalho - Ed. Nova Era • The Big Herbal Encyclopedia. pdf • CD Rom - Ervas Medicinais - Volume 1 • Chinese and related North American Herbs - phytopharmacology and therapeutics values - Thomas S. C. Li - CRC Press • Coleção de plantas medicinais aromáticas e condimentares - Mery Elizabeth Oliveira Couto - Embrapa • Dandelion Medicine - Brigitte Mars - Storey Books • Vademecum de Fitoterapia - Pedro del Rio Pérez • Enciclopedia de plantas medicinales - PDF • A astrologia da Mãe-Terra - Márcia Starck - Pensamento • Ervas do Sítio - Rosy L. Bornhausen - Bel Comunicação • A cura pelos remédios caseiros - Guia de ervas e medicina natural - Raunei Iamoni - Ediouro • Projeto Sementinha - Nossos chás - 2000 - Organização e pesquisa - Vânia Coutinho • Apostila de Fitoterapia Chinesa - Prof. Antonio de Bortolli - Delta Educação • Handbook of Medicinal Herbs - James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Judi duCellier, Peggy-Ann K. Duke - CRC Press • Herbal Tonic Therapies - Daniel B. Mowrey Ph.D -NTC ContemporaryHerbolária - Wicca Feitiçaria Moderna - PDF • Herbologia Chinesa - PDF • Herbs for Healthy Skin, Hair and Nails - Brigitte Mars - Keats Publishing IncHerbs for the Heart - C.J Puotinen - NTC ComtemporaryIndian Medicinal Plants - C.P Khare - Springer • Los Remedios de la Abuela - Jean Michel Pedrazzani • Manual Ilustrado de Plantas Medicinais - Moacyr Pezati Rigueiro - Paulus • Medicinal Plants in Folk Tradition - an ethobothany of Britain and Ireland- David E. Allen and Gabrielle Hatfield - Timber Press • Plantas Brasileiras na MTC - PDF • Plantas Medicinais- Coletâneas de Saberes - Schirlei da Silva Alves Jorge • Plantas populares - Anastácia Benvinda - Biblioteca Virtual • As plantas que curam - enciclopédia de plantas medicinais - Volume 1 - Dr. Jorge D. Pamplona Roger • Propiedades y funciones de las plantas en la medicina china. pdf • Segredos e virtudes das plantas medicinais - Seleções do Readers Digest • Wicca - A Feitiçaria Moderna - o livro das ervas, magias e sonhos - Gerina Dunwich • Yoga of Herbs - Dr. David Frawlwy and Dr. Vasant Lad - Lótus Press • Higiene e Tratamento Homeopático das Doenças Domésticas - Dr. Alberto Seabra - Associação Brasileira de Homeopatia • ITF - Índice Terapêutico Fitoterápico - EPUB • Ayurveda - A ciência da longa vida - Dr. Edson D´Angelo e Janner Rangel Côrtes - Madras • A vida cura a vida - Pe. Paulo Wendling - Paulinas