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Taquicardia nervosa 

Fone 43 3325 5103

PALPITAÇÕES, TAQUICARDIA E ARRITMIAS CARDÍACAS

 

Palpitação é o nome que se dá a percepção dos batimentos cardíacos, normalmente com desconforto e sensação de que estes batimentos estão irregulares.

 

Palpitação é o nome que se dá a percepção dos batimentos cardíacos, normalmente com desconforto e sensação de que estes batimentos estão irregulares.

 

O nosso coração, quando estamos em repouso, realiza entre 60 e 100 batimentos por minuto. São, portanto, em média, 4.800 batimentos por hora e 115.200 batimentos por dia.

 

Exceto quando nos exercitamos, não sentimos os nossos batimentos cardíacos. Na verdade nem nos damos conta que temos uma bomba funcionando ininterruptamente dentro do nosso peito, colocando o sangue para circular.

 

A palpitação é exatamente uma anormal consciência do batimento do coração quando estamos em repouso. Normalmente o paciente se queixa de que o coração está acelerado, que sente os batimentos na garganta, ou ainda, que o coração vai sair pela boca. Normalmente estão associadas a mal estar, cansaço aos pequenos esforços, falta de ar, e às vezes, dor no peito. Se a palpitação ocorrer por uma arritmia, é possível até ocorrer desmaios (leia: DESMAIO, SÍNCOPE E REFLEXO VAGAL).

 

Algumas pessoas quando estão deitadas com o lado esquerdo para baixo, podem sentir os batimentos cardíacos normais sem que isso possa ser chamado de palpitação.

 

Como foi descrito acima, a frequência cardíaca normal varia entre 60 e 100 batimentos por minutos (bpm). Quando o coração está com mais de 100 bpm chamamos de taquicardia. Quando está abaixo dos 60 bpm, chamamos de bradicardia. As palpitações estão associadas normalmente às taquicardias.

 

As taquicardias são dividas entre sinusais e taquiarritmias. Vamos descrever rapidamente como funciona a atividade elétrica do coração para melhor entendermos esses dois tipos de taquicardia.

O que são taquicardia sinusal e taquiarritmia?

 

No ápice do átrio direito (aurícula direita), na ponta de cima do coração, encontra-se a sua fonte elétrica, chamada de nodo sinusal. O nodo sinusal produz, em uma frequência regular, uma descarga elétrica que induz a contração dos músculos cardíacos. Qualquer batimento cardíaco normal sempre se origina de um impulso elétrico originado neste nodo, por isso, chamamos o ritmo cardíaco normal de ritmo sinusal.

 

O caminho normal desta corrente elétrica segue primeiro para ambos os átrios (aurículas) e, depois, desce para os ventrículos. Esses impulsos elétricos são gerados a uma frequência média de 80 por minuto, podendo variar entre 60 e 100 bpm.

Sistema de condução elétrica do coração

 

Sistema de condução elétrica do coração

 

Toda vez que temos uma frequência cardíaca elevada devido a um aumento da frequência destes impulsos gerados no nodo sinusal, estamos diante da taquicardia sinusal. É o que ocorre, por exemplo, quando nos exercitamos ou tomamos um susto. É uma resposta normal e esperada do coração.

 

Quando temos impulsos elétricos vindos de outros pontos do coração que não o nodo sinusal, estamos diante de impulsos anômalos, caracterizando uma arritmia cardíaca. Se esses impulsos anômalos forem transmitidos com grande frequência para os ventrículos, levando a uma aceleração dos batimentos cardíacos, o resultado é uma taquiarritmia., ou seja, uma taquicardia causada por uma arritmia. As taquiarritmias podem chegar a 200 batimentos por minuto.

 

Na animação abaixo, podemos ver à esquerda um ritmo sinusal e à direita um tipo de arritmia cardíaca (neste caso uma fibrilação atrial), onde vários pontos diferentes do átrio geram impulsos elétricos ao mesmo tempo.

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Reparem que neste exemplo temos uma arritmia sem taquicardia, pois apesar da grande produção de estímulos elétricos nos átrios, poucos são transmitidos para o ventrículos. Portanto, apesar da arritmia, o paciente mantém a frequência cardíaca entre 60 e 100 bpm. Palpitação é o nome que se dá a percepção dos batimentos cardíacos, normalmente com desconforto e sensação de que estes batimentos estão irregulares.

O nosso coração, quando estamos em repouso, realiza entre 60 e 100 batimentos por minuto. São, portanto, em média, 4.800 batimentos por hora e 115.200 batimentos por dia.

 

Exceto quando nos exercitamos, não sentimos os nossos batimentos cardíacos. Na verdade nem nos damos conta que temos uma bomba funcionando ininterruptamente dentro do nosso peito, colocando o sangue para circular.

 

A palpitação é exatamente uma anormal consciência do batimento do coração quando estamos em repouso. Normalmente o paciente se queixa de que o coração está acelerado, que sente os batimentos na garganta, ou ainda, que o coração vai sair pela boca. Normalmente estão associadas a mal estar, cansaço aos pequenos esforços, falta de ar, e às vezes, dor no peito. Se a palpitação ocorrer por uma arritmia, é possível até ocorrer desmaios (leia: DESMAIO, SÍNCOPE E REFLEXO VAGAL).

 

Algumas pessoas quando estão deitadas com o lado esquerdo para baixo, podem sentir os batimentos cardíacos normais sem que isso possa ser chamado de palpitação.

 

Como foi descrito acima, a frequência cardíaca normal varia entre 60 e 100 batimentos por minutos (bpm). Quando o coração está com mais de 100 bpm chamamos de taquicardia. Quando está abaixo dos 60 bpm, chamamos de bradicardia. As palpitações estão associadas normalmente às taquicardias.

 

As taquicardias são dividas entre sinusais e taquiarritmias. Vamos descrever rapidamente como funciona a atividade elétrica do coração para melhor entendermos esses dois tipos de taquicardia.

O que são taquicardia sinusal e taquiarritmia?

 

No ápice do átrio direito (aurícula direita), na ponta de cima do coração, encontra-se a sua fonte elétrica, chamada de nodo sinusal. O nodo sinusal produz, em uma frequência regular, uma descarga elétrica que induz a contração dos músculos cardíacos. Qualquer batimento cardíaco normal sempre se origina de um impulso elétrico originado neste nodo, por isso, chamamos o ritmo cardíaco normal de ritmo sinusal.

 

O caminho normal desta corrente elétrica segue primeiro para ambos os átrios (aurículas) e, depois, desce para os ventrículos. Esses impulsos elétricos são gerados a uma frequência média de 80 por minuto, podendo variar entre 60 e 100 bpm.

Sistema de condução elétrica do coração

 

Sistema de condução elétrica do coração

 

Toda vez que temos uma frequência cardíaca elevada devido a um aumento da frequência destes impulsos gerados no nodo sinusal, estamos diante da taquicardia sinusal. É o que ocorre, por exemplo, quando nos exercitamos ou tomamos um susto. É uma resposta normal e esperada do coração.

 

Quando temos impulsos elétricos vindos de outros pontos do coração que não o nodo sinusal, estamos diante de impulsos anômalos, caracterizando uma arritmia cardíaca. Se esses impulsos anômalos forem transmitidos com grande frequência para os ventrículos, levando a uma aceleração dos batimentos cardíacos, o resultado é uma taquiarritmia., ou seja, uma taquicardia causada por uma arritmia. As taquiarritmias podem chegar a 200 batimentos por minuto.

 

Na animação abaixo, podemos ver à esquerda um ritmo sinusal e à direita um tipo de arritmia cardíaca (neste caso uma fibrilação atrial), onde vários pontos diferentes do átrio geram impulsos elétricos ao mesmo tempo.

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Reparem que neste exemplo temos uma arritmia sem taquicardia, pois apesar da grande produção de estímulos elétricos nos átrios, poucos são transmitidos para o ventrículoDescrição: Sistema de condução elétrica do coraçãos. Portanto, apesar da arritmia, o paciente mantém a frequência cardíaca entre 60 e 100 bpm.

Palpitação é o nome que se dá a percepção dos batimentos cardíacos, normalmente com desconforto e sensação de que estes batimentos estão irregulares.

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O nosso coração, quando estamos em repouso, realiza entre 60 e 100 batimentos por minuto. São, portanto, em média, 4.800 batimentos por hora e 115.200 batimentos por dia.

 

Exceto quando nos exercitamos, não sentimos os nossos batimentos cardíacos. Na verdade nem nos damos conta que temos uma bomba funcionando ininterruptamente dentro do nosso peito, colocando o sangue para circular.

 

A palpitação é exatamente uma anormal consciência do batimento do coração quando estamos em repouso. Normalmente o paciente se queixa de que o coração está acelerado, que sente os batimentos na garganta, ou ainda, que o coração vai sair pela boca. Normalmente estão associadas a mal estar, cansaço aos pequenos esforços, falta de ar, e às vezes, dor no peito. Se a palpitação ocorrer por uma arritmia, é possível até ocorrer desmaios (leia: DESMAIO, SÍNCOPE E REFLEXO VAGAL).

 

Algumas pessoas quando estão deitadas com o lado esquerdo para baixo, podem sentir os batimentos cardíacos normais sem que isso possa ser chamado de palpitação.

 

Como foi descrito acima, a frequência cardíaca normal varia entre 60 e 100 batimentos por minutos (bpm). Quando o coração está com mais de 100 bpm chamamos de taquicardia. Quando está abaixo dos 60 bpm, chamamos de bradicardia. As palpitações estão associadas normalmente às taquicardias.

 

As taquicardias são dividas entre sinusais e taquiarritmias. Vamos descrever rapidamente como funciona a atividade elétrica do coração para melhor entendermos esses dois tipos de taquicardia.

O que são taquicardia sinusal e taquiarritmia?

 

No ápice do átrio direito (aurícula direita), na ponta de cima do coração, encontra-se a sua fonte elétrica, chamada de nodo sinusal. O nodo sinusal produz, em uma frequência regular, uma descarga elétrica que induz a contração dos músculos cardíacos. Qualquer batimento cardíaco normal sempre se origina de um impulso elétrico originado neste nodo, por isso, chamamos o ritmo cardíaco normal de ritmo sinusal.

 

O caminho normal desta corrente elétrica segue primeiro para ambos os átrios (aurículas) e, depois, desce para os ventrículos. Esses impulsos elétricos são gerados a uma frequência média de 80 por minuto, podendo variar entre 60 e 100 bpm.

Sistema de condução elétrica do coração

 

Sistema de condução elétrica do coração

 

Toda vez que temos uma frequência cardíaca elevada devido a um aumento da frequência destes impulsos gerados no nodo sinusal, estamos diante da taquicardia sinusal. É o que ocorre, por exemplo, quando nos exercitamos ou tomamos um susto. É uma resposta normal e esperada do coração.

 

Quando temos impulsos elétricos vindos de outros pontos do coração que não o nodo sinusal, estamos diante de impulsos anômalos, caracterizando uma arritmia cardíaca. Se esses impulsos anômalos forem transmitidos com grande frequência para os ventrículos, levando a uma aceleração dos batimentos cardíacos, o resultado é uma taquiarritmia., ou seja, uma taquicardia causada por uma arritmia. As taquiarritmias podem chegar a 200 batimentos por minuto.

 

Na animação abaixo, podemos ver à esquerda um ritmo sinusal e à direita um tipo de arritmia cardíaca (neste caso uma fibrilação atrial), onde vários pontos diferentes do átrio geram impulsos elétricos ao mesmo tempo.

Reparem que neste exemplo temos uma arritmia sem taquicardia, pois apesar da grande produção de estímulos elétricos nos átrios, poucos são transmitidos para o ventrículos. Portanto, apesar da arritmia, o paciente mantém a frequência cardíaca entre 60 e 100 bpm.